segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

SÍNTESE DA SITUAÇÃO AMBIENTAL NO MUNDO

SÍNTESE DA SITUAÇÃO AMBIENTAL NO MUNDO


MINHAS OBSERVAÇÕES E CONCLUSÕES

(Recado aos Ambientalistas)

Por Antídio S. P. Teixeira

A quase totalidade das pessoas que se dedicam às causas de preservação ambiental e social, o fazem movidas mais por amor (paixões) do que por razões compreensíveis; e os seus trabalhos são direcionados à neutralização de ações diretas que põem em risco imediato a existência de espécies da vida terrestre e marinha; assim como outros que defendem o bem-estar e a segurança social dos povos. Elas não se aprofundam nas causas antecedentes para, daí, acompanhar as suas sucessões e identificar o leque de consequências que cada uma delas vem gerar no presente e, assim, procurar soluções para “um todo”, em vez de, cada um trabalhar isolada e infrutiferamente para as partes que abraçaram. Alguns ambientalistas mais iluminados chegam a citar entre as causas da degradação ambiental, a corrupção reinante nos poderes públicos em que leis preservacionistas são aprovadas e sancionadas, usadas mais como forma de valorizar as negociatas para relaxamento das suas aplicações e fiscalização, do que mesmo para cumprir os objetivos para as quais foram criadas. De nada adianta os esforços dispersos destes heróis fadados à derrota, se não procurarem identificar e entender a causa fundamental do desequilíbrio e a sua evolução até o comprometimento de toda a estrutura social, econômica e ambiental no nosso planeta. E a semente destas catástrofes já iniciadas em várias partes do mundo teve origem há pouco mais de duzentos anos com a utilização da matéria orgânica fossilizada como fonte de energia e de matéria prima para as mais variadas indústrias e utilizações sociais, e veio evoluindo sorrateiramente em nossa direção; hoje, sua erradicação, se chegar a ser feita, custará devastação incalculável no ecossistema e a vida da maior parte da humanidade, tanto entre ricos como entre pobres.

Em tese: os padrões de vida estabelecidos para as minorias que conseguiram possuir algum poder econômico são insustentáveis por faltar recursos suficientes para mantê-los. Entenda-se que as riquezas naturais que deram sustentabilidade à sua adoção estão cada vez mais escassas e, consequentemente, caras, o que vem levando o mundo à instabilidade financeira; e os resíduos poluentes produzidos pelo beneficiamento, embalagens, transporte e uso, já comprometem o meio ambiente em todo o mundo, causando os mais inesperados desastres ambientais.



VAMOS ENTENDER O POR QUE DO DESVIO:

Toda a evolução científica e tecnológica, promotoras do desenvolvimento de novos estilos de vidas de quase toda a humanidade, teve como base a Revolução Industrial; e esta teve origem na oferta a baixíssimos custos, do ferro fundido com a hulha depois desta ser convertida em coque, lá pelos meados do século 18.

Se tais recursos não tivessem sido utilizados, a fundição do ferro teria continuado sendo feita da forma primitiva e penosa como era até aquela época, com carvão vegetal, forma que tornavam caros os produtos finais de ferro, e que fazia com que seu uso se restringisse apenas à produção de armas e instrumentos cortantes; este custo elevado era determinado pela grande incorporação de mão-de-obra no fornecimento do carvão que ia desde o corte de árvores, carbonização da madeira, transporte do carvão até às siderúrgicas e o exaustivo trabalho de fundição que só podia ser feito em diminuta escala (até 15 K.), dada a baixa resistência física do carvão vegetal para suportar o peso do minério de ferro nos fornos. No entanto, era um excelente fator de ocupação social e de distribuição de renda. Em alguns países dedicados à fundição de ferro já se praticava o reflorestamento para produção de carvão para suprimento das siderúrgicas e outros fins, preservando assim as matas nativas e absorvendo mais mão-de-obra de baixa qualificação para o plantio.

Sem o ferro barato, não teríamos as vigas de aço que permitiram e incentivaram as construções verticais e a consequente concentração popular em pequenas áreas que se tornaram urbanas; não teríamos trilhos nem locomotivas para alimentar o crescente consumo das cidades; não teríamos os gigantescos e rápidos navios transferindo as riquezas, tanto as naturais, assim como as manufaturadas e/ou industrializadas de um continente para outro; não teríamos usado o petróleo como propulsor para pequenos veículos de utilização em atividades dispensáveis em sua maioria. Não teríamos satélites no espaço espionando os países e não teríamos viajado até a Lua. Teríamos padrões sócio-econômicos semelhantes aos que tivemos no meado do século 19; bem rudimentar, portanto.

A natalidade, em proporção ao contingente populacional do mundo, assim como a mortalidade, eram muito altas e se compensavam; e a expectativa de vida, na mesma época, era em torno de 30 anos para homens, mantendo o contingente humano em um bilhão de habitantes, estimados, no ano de 1800. O ideal na época era se ter muitos filhos para que os sobreviventes constituíssem a força de trabalho para o progresso e, naturalmente, o enriquecimento das famílias, especialmente na Europa, que se dedicava a explorar suas colônias. Os indivíduos tinham valor como força de trabalho. D. João III de Portugal, promovia união de seus súditos com as nativas nas colônias como forma de povoamento de seus vastos domínios com sangue português. Os habitantes destas eram proibidos de industrializar o que consumiam, se limitando a fornecer para suas metrópoles as matérias primas, e de lá receberem os produtos manufaturados, ocupando assim, com atividades mais nobres os reinóis, deixando para os colonos, as tarefas rurais mais árduas. Mais tarde, com o desenvolvimento da tecnologia, mesmo as atividades industriais mais especializadas, passaram a ser realizadas por máquinas fabricadas e movidas com energia liberada da hulha; tudo isso, graças aos transportes que, também, se tornaram mais rápidos e baratos proporcionados pelo carvão mineral e o petróleo, uma vez que os custos das agressões ao meio ambiente nunca foram incorporados aos custos dos produtos e cobrados dos consumidores de então, razão da rápida expansão do sistema, e cuja conta está chegando agora para seus descendentes, na forma de elevados prejuízos materiais e sociais causados pelas intempéries do clima.



COMO VEM OCORRENDO O DESEQUILÍBRIO

(Para sua reflexão)

No Universo toda a matéria transformada em luz ou outras formas de energia, está permanente evadindo-se de um corpo celeste para se agregar a outro. A nossa Terra, está em constante recepção de luz do Sol que é incorporada diretamente ao solo ou através da fotossíntese dos vegetais que, sepultados e fossilizados durante bilhões de anos continuamente vem aumentando o volume e o peso do planeta. Este processo implica numa redução paulatina da velocidade de rotação terrestre e, por conseguinte, também no movimento de translação.

VAMOS RACIOCINAR

Tenha em mente a ação das forças centrípeta (gravidade) e a centrifuga, e como elas se equilibram ou se desequilibram.

Entendemos que o primeiro núcleo do planeta no começo de suas agregações energéticas, recebeu uma vertiginosa velocidade de rotação que vinha se reduzindo à medida que ia agregando mais energia recebida do Sol. A maior parte dessa energia materializada pelo mundo vegetal na forma de biomassa, foi sendo sepultada e fossilizada durante bilhões de anos. Em determinado momento da redução de sua velocidade nosso planeta ofereceu condições que geraram a sequência de vidas vegetais e depois as animadas, todas evoluindo de seres mais simples para outros mais complexos ou se extinguindo através de multigerações, por não conseguirem acompanhar as alterações mais bruscas na força de gravidade terrestre. A evolução das características físicas e intelectuais humanas acompanhava o ritmo lento e normal de desaceleração do movimento de rotação terrestre até meados do século 18, quando se começou a queimar a matéria fossilizada. A partir daí, começa a saturação da atmosfera com os gases carbonados mais densos, fazendo com que esta se tornasse mais pesada na periferia equatorial e, sob a influência da força centrífuga, se acumular sobre as regiões intertropicais, passando a frear o movimento de rotação com maior intensidade do que seria natural. Porém, com o espessamento dessa cinta, grande parte da atmosfera foi sugada das regiões polares, onde as coberturas ficaram rebaixadas e desprotegidas contra a ação dos raios cósmicos, especialmente os ultravioletas. Aí o degelo excessivo, correntes marítimas com direções e temperaturas alteradas, peixes de todos os portes e aves marinhas desnorteados, muitos morrendo de formas inexplicáveis pela ciência, por estar esta engessada em busca de explicações infalíveis, para fenômenos há muito tempo passados. Com maior massa atmosférica girando sobre as regiões intertropicais e a redução na velocidade de rotação, a pressão atmosférica, assim como de todos os corpos sobre o solo aumentou e as pessoas sofrem com dificuldades respiratórias, palpitações cardíacas, dores lombares e ciáticas, etc. Os ventos mudam de rotas e as nuvens chuvosas passam a se condensar em patamares mais baixos do que antes, não havendo tempo nem distância suficiente para espargirem a massa líquida sobre áreas mais amplas beneficiando mais as rurais e evitando os graves problemas urbanos que assistimos no momento. Outro grave problema imprevisível que ronda o mundo é que este aumento da força de gravidade global pressiona com maior intensidade as massas continentais sobre o magma terrestre, e este, no esforço interior de expansão, pode causar surpreendentes terremotos, novos vulcões e, quem sabe, rachaduras e afundamentos de continentes.

Não percebemos diretamente estes fatos porque tudo se modifica simultaneamente e na mesma proporção. Assim, o dia continua tendo 24 horas, porém mais longas; também os anos, os minutos, os segundos estão se tornando mais extensos. Consequentemente, a força de gravidade igualmente é aumentada, assim como o peso de todos os corpos e a pressão atmosférica sobre as terras e mares, embora os barômetros continuem marcando 760m/m de mercúrio ao nível dos mares. Todas as medições científicas se alteram proporcionalmente tornando-se imperceptíveis as diferenças, já que os parâmetros de referência também se alteraram; Se, por exemplo, temos um peso de um quilo no prato de uma balança e no outro igual peso de açúcar, farinha, ou qualquer outro produto, o fiel da balança não se altera, seja qual for a pressão atmosférica exercida sobre o conjunto. Porém os seres vivos, estruturados geneticamente num tempo em que a pressão atmosférica era menor, sofreriam estas alterações de forma quase imperceptíveis, se acompanhando as lentas alterações climáticas do planeta. Porém, com as anormais desacelerações da rotação terrestre dos últimos 200 anos, organismos animados menos preparados como aves e peixes se desnorteiam em suas rotas migratórias e até muitos deles sucumbem. Os cidadãos mais idosos de hoje, cujos organismos foram estruturados num clima de pressão atmosférica pouco menor do que a atual, melhor percebem estas alterações que se manifestam como dores de coluna, lombares, ciáticas, dificuldade para respirar em determinados momentos e etc. sem saber explicar a causa. Tomemos como exemplo mergulhar a 100 metros de profundidade peixes de superfícies como as tainhas. Elas ficariam esmagadas, pois seus organismos não foram programados para receber aquela nova pressão ambiental. Também, as pessoas sentem a sensação de rapidez com que parece o tempo passar, o que é explicado pela Teoria da Relatividade: “a velocidade do tempo está na razão inversa da velocidade de deslocamento dos corpos”. Tanto mais lento é o deslocamento de um corpo no espaço, maior é a sensação de velocidade da passagem do tempo.) Nós nos deslocamos em torno do eixo terrestre com uma velocidade supersônica, aproximada, de 1.600k/h. sem que percebamos. Se a Terra diminui esta velocidade, os organismos que foram estruturados em um movimento mais acelerado, passam a observar o tempo passando em maior velocidade.

Alguns fatos que fazem evidenciar este processo de desaceleração podem ser citados, como p.ex. a extinção dos dinossauros há 65 milhões de anos que deve ter sido causado por uma perda brusca de velocidade rotativa do planeta após o choque com um corpo celeste, talvez um meteorito de grandes proporções. Consequentemente, uma brusca redução na força centrífuga e proporcional aumento na gravidade e pressão atmosférica. E o resultado foi a extinção de animais de grande porte então existentes, com muitas toneladas de peso e apoiados sobre quatro patas de tamanhos inadequados para maior força de gravidade; logo perderam a facilidade de locomoção visto o afundamento das mesmas no solo, especialmente nos terrenos pantanosos que habitavam; em pouco tempo, se extinguiram. Diferentemente foram seres marinhos de grande tonelagem, como as baleias que, por flutuarem nas águas, sobreviveram. Mesmo depois desses eventos, já com o aparecimento humano e com uma gravidade muito menor do que a atual, grandes obras foram realizadas pelo homem sem auxílio dos equipamentos modernos, como foram as pirâmides do Egito com seus imensos blocos de pedra, ou os gigantescos totens da Ilha de Páscoa, contando apenas, com uma gravidade menor e a tecnologia rudimentar então existente, já que parte deste peso era neutralizado por uma força centrífuga maior. O planeta continuou declinando sua velocidade no seu ritmo natural, materializando luz e fossilizando matéria orgânica, até o evento da Revolução Industrial, daí passando a aumentar o ritmo de desaceleração proporcionalmente ao lançamento de gases pesados na atmosfera.

O PONTO DE VISTA ECONÔMICO

O mundo ocidental, alvo de intensa ação publicitária apoiada pelos regimes políticos democráticos, se vergou sob um sistema financeiro como sendo econômico, mesmo seguindo a filosofia de destruir valiosos bens úteis às pessoas e aos povos para que alguns poucos possam ganhar dinheiro fabricando ou reconstruindo com recursos saqueados do patrimônio natural da humanidade. Em nome da modernidade, destroem-se imóveis com previsão de extenso tempo de utilização social para construir outros novos com mais requintes. Põe-se no lixo veículos e aparelhos diversos capacitados para funcionar por bom tempo, apenas para substituí-los por outros mais sofisticados. Bombardeiam cidades para que os vencedores possam reconstruí-las a peso de ouro. Portanto, não é um sistema econômico, e sim espoliativo dos recursos naturais. Acrescente-se, ainda que os dois regimes são antagônicos entre si. Enquanto a democracia, como regime político, prega a igualdade de direitos individuais, o capitalismo, mascarado como sendo econômico, condiciona o mesmo princípio às posses individuais de cada cidadão. “Você pode fazer o que quiser, desde que disponha dos recursos necessários”. E como tais recursos não estão ao alcance de todos aqueles que estão subordinados ao mesmo sistema, faz com que ele seja discriminatório. Em 1858, Marx demonstrou o porque da inviabilidade econômica do mesmo; porém este se tornou viável graças à abundância de recursos naturais, as facilidades para serem explorados, e pela pureza ambiental mundial quase imaculada, não se tendo ainda, consciência de limites para esgotamento dos primeiros e nem da capacidade de regeneração da segunda; e, depois destes últimos duzentos anos, ambos os limites já estão sendo alcançados a passos largos. O meio ambiente, que é da humanidade e dos seres naturais, vem pagando um alto preço por esta aventura irresponsável dos dirigentes do mundo; inicialmente, por ignorância, mas, agora que conhecem os males causados e insistem no crescimento do consumo supérfluo a título de gerarem empregos, são criminosos porque, na realidade, o que tira empregos humanos e animais são os avanços científicos tecnológicos que os substituem por máquinas e aparelhos eletrônicos movidos por energia gerada por fontes poluentes; e o preço vem sendo pago por toda a humanidade através de desastres ambientais inéditos.

Todo esse progresso científico, tecnológico e social que conhecemos foi fruto da Revolução Industrial; e esta, para promover o consumo necessário ao crescimento do sistema, terminou induzindo a humanidade a crescer e trilhar por caminhos economicamente inviáveis a longo prazo e estranhos às suas necessidades naturais.

Inviáveis porque, tudo que consumimos, ou usamos, para ser produzido, conservado, condicionado, embalado e transportado, foi disponibilizado grande potencial de energia em diversas formas, especialmente eletricidade e calor; e muitos de tais bens como automóveis, navios, aviões, máquinas, eletrodomésticos e eletrônicos, etc. continuam exigindo mais energia para serem utilizados. Hoje, quando os potenciais hidrelétricos economicamente mais viáveis estão esgotados no mundo, o consumo de energia, de um modo geral, é suplementado pela queima de materiais fósseis ou por usinas nucleares, ambas as formas, poluentes. As primeiras pela saturação de carbono na atmosfera, cujas consequências ambientais acabamos de explicar; e as seguintes, pelo acúmulo de lixos radiativos altamente tóxicos que, até o momento, não se sabe o que fazer para livrar o planeta, deles.

O prejuízo econômico e social crescentes causado pelos desequilíbrios climáticos já se faz sentir na instabilidade econômica de todo o mundo, em especial aqueles países que mais usam tecnologias avançadas na produção de bens, e sofrem mais com o desemprego.

CONCLUSÃO

Pelo que acabo de expor, prevejo o seguimento da humanidade pelos caminhos que lhes foram impostos pelos poderes dominantes, na seguinte forma: em busca de recursos para obter o reequilíbrio econômico perdido na última década, os países ricos continuarão incentivando o consumo supérfluo das minorias menos pobres e, portanto, aumentando a carga poluente da atmosfera. Logicamente, o planeta reagirá de formas cada vez mais contundentes com imprevisíveis distúrbios climáticos, não só com maior frequência dos de menor porte comprometendo a produtividade agropecuária e expandindo a pobreza, assim como a intensidade de outras grandes catástrofes causadoras de danos nas áreas urbanas e nas malhas viárias em todas as partes do mundo. O aumento das despesas causadas pelas perdas degradará, ainda mais, a economia mundial já fragilizada, aumentando o contingente de famintos, e arrastando os países para convulsões sociais e guerras de conquista. A mortalidade pela violência aumentada cada vez mais, gradativamente conduzirá a humanidade ao equilíbrio sustentável, ou seja: melhores condições de vida para os habitantes que sobreviverem depois da eliminação dos excedentes.

O MILAGRE

O milagre seria a mobilização dos ambientalistas de todas as áreas em todo o mundo, para realização de um esforço conjunto contra todos os governantes para criarem elevadas taxas pelo consumo de energia oriunda da queima de combustíveis fósseis como forma de compensação pelos danos já causados ao meio ambiente e como forma de desestimular o consumo supérfluo das minorias; e, assim estabelecerem novos parâmetros para o que deverá ser considerado consumo essencial e o desnecessário; e com o produto dessas taxas, subvencionar programas de conscientização das massas populares da necessidade de controlarem a natalidade e buscarem um equilíbrio entre o contingente populacional do mundo e os recursos disponíveis no planeta para sua sustentação.
 Rio de Janeiro, 04/02/2.011. antidio28@yahoo.com.br

2 Comentários:

Às 9 de fevereiro de 2011 10:50 , Anonymous Heverton Lacerda disse...

Bem-vindos ao debate e ao ativismo!

 
Às 9 de fevereiro de 2011 19:48 , Anonymous Anônimo disse...

Herverton:
obrigado pelas boas-vindas. Aguardamos comentários pró ou contra os pontos de vista explicitados. Abraços,
Antídio

 

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